domingo, 30 de junho de 2013
Oração do dia
Senhor Jesus.. Dai-nos
a paz, dai a paz para nossas famílias, nossos amigos, nossos filhos,
nossos irmãos. Dai a paz, principalmente aos nossos inimigos e que eles
possam perdoar-nos aquilo que lhes fizemos, nesta vida ou nas passadas.
Perdoe, Jesus, nossas faltas. Pedimos para que possamos com elas
aprender e crescer. Crescer na espiritualidade, em direção a Cristo.
Pedimos que não nos percamos em culpas inúteis, mas que possamos,
simplesmente, não cometer os mesmos erros. E com isso, não precisarmos
passar pelas mesmas provas.
Ajuda-nos, Senhor, para que possamos
fazer sempre o bem, ajudar sempre ao próximo, sem com isso nos
imiscuirmos no karma alheio. Ajuda-nos, Senhor, para que, sempre que
ajudarmos alguém, possamos respeitar-lhe o livre arbítrio. Ajuda-nos,
Senhor, para que não queiramos impor nossa vontade aos outros.
Esteja, Jesus, o Senhor e seus mensageiros sempre junto de nós, para
que possamos sempre contar com o seu auxilio no nosso trabalho
cotidiano, no nosso trabalho espiritual, na nossa vida.
Esperamos,
Senhor, poder ser digno da sua ajuda e da sua confiança e que não O
decepcionemos nunca. Que estejamos, Senhor, sempre prontos quando
precisares de nós.
Sendo assim, Jesus, que a nossa vida seja sempre pautada pela Sua lei e pelos Seus desígnios.
Obrigada, Senhor, por tudo que temos, por tudo de bom que recebemos e por todas as provas que nos permitem crescer."
Amém..
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Visita do Paulo Neto
Grupo do Centro Espírita Bezerra de Menezes (esq. Elaine, Mauro (Presidente), Paulo Neto, Seu Aquino, Mauro Silva, Maurício, Vilian, Alice, Eu, Neiva, e Rannyeli)
A cura, como se pode deduzir, é de difícil comprovação. Não há estudos científicos sobre seu trabalho e sobre os atendidos. Mas não se podem desprezar os inúmeros testemunhos daqueles que se disseram curados após serem atendidos por Paulo Neto, chamado de médium de cura de acordo com a nomenclatura espírita.
Típico mineiro, de fala mansa, tímido, e hábil contador de histórias, Paulo Neto não costuma se referir a si mesmo no singular. Com frequência, inicia frases com “nós” e “a gente”, por força da humildade. De hábitos simples, conquista pela simpatia, fruto daquela alegria de quem aprendeu a valorizar as belezas da vida após enfrentar os obstáculos inerentes a ela.
Sua vida pode ser dividida em dois momentos: antes e depois do início do trabalho nas casas espíritas. De cada período, soube tirar boas lições. O primeiro foi marcado pelo casamento, com Dona Elenita, sua incansável companheira de viagem até hoje, e pela criação dos três filhos, sustentados com a lida no Exército.
Foi somente com a aposentadoria que ele pôde iniciar o trabalho mediúnico, em 1983. Sem cerimônias, diz que foi apresentado à tarefa por um espírito de vibrações elevadas que se manifestara através de um amigo médium. “Não houve nada especial, foi apenas um chamado para o trabalho. Nunca aconteceu nada especial”, conta Paulo Neto, com sua conhecida simplicidade.
“Tinha um amigo que recebia uma entidade de muita luz, que determinou que eu deveria fazer um tratamento de cura. Eu estranhei. Foi uma surpresa para a gente. Eu disse: o senhor poderia arranjar outra pessoa melhor”, relembra, ciente de suas limitações. “Porque eu nasci assim, meio tímido. Nunca me destaquei em nada na vida. Mas tudo o que me mandaram fazer, eu fiz. Dou tudo de mim em prol do que me proponho a fazer”.
Apesar do chamado, Paulo Neto manteve o jeito mineiro desconfiado de ser e resolveu testar sua própria capacidade. Em Araguari (MG), onde morava na época, visitou um doente que estava preso à cama há anos, sem possibilidades de andar. “Eu olhei para ele e pensei: este aí não vai levantar nunca, né? Achava que não tinha solução. Mas fiz o que me mandaram. Na outra semana, ele já estava dirigindo”, destaca, recordando o primeiro de muitos casos que viria a tratar nas décadas seguintes.
Feliz pelo resultado, ganhou confiança. “Pois então, acho que esse negócio vai dar certo”, afirmara. Paulo Neto partiu em busca do trabalho. Inicialmente recebia os atendidos em casa. Mas, aos poucos, percebeu que precisava ir além dos próprios muros. E, ao buscar as casas espíritas, enfrentou os primeiros obstáculos no trabalho espiritual. Muitas se recusaram a recebê-lo. “Algumas tinham medo porque poderia comprometer a Doutrina Espírita. Outras eram contra mesmo. A gente ainda enfrenta muita dificuldade”, revela.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Roteiro para a realização do Evangelho no Lar
1) Escolha um dia e uma hora da
semana em que seja possível a presença de todos os elementos da família,
ou da maior parte deles. Observar, rigorosamente, este dia e essa hora
da reunião para facilitar a assistência espiritual.
2) Iniciar a reunião com uma prece,
simples e espontânea, em que, mais que as palavras, tenham valor de
sentimentos, evitando, portanto preces decoradas.
3) Fazer a leitura metódica e seqüênte, de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e leitura de mensagens de obras subsidiárias.
4) Fazer comentários breves sobre os
trechos lidos, buscando sempre a essência dos ensinamentos de Jesus,
para a sua aplicação na vida diária. A reunião poderá ser dirigida pelo
chefa da casa, ou pela pessoa que tiver maiores conhecimentos
doutrinários, a qual deverá incentivar a participação de todos os
presentes, colocando as lições ao alcance dos de menor compreensão.
5) Fazer radiações pelo lar onde o Evangelho está sendo estudado, para os presentes, seus parentes, amigos, etc.
6) Relembrar sempre que é dever de todos os que procuram viver o Evangelho, concorrer, sem esmorecimento.
a) Para a paz na terra;
b) Para a implantação e a vivência do Evangelho em todos os lares;
c) Para o entendimento fraternal entre todas as religiões;
d) Para a cura ou melhora de todos os enfermos, do corpo ou da alma, minorando seus sofrimentos e suas vicissitudes;
e) Para o incentivo dos trabalhadores do Bem e da Verdade.
7) Fazer a prece de encerramento.
8) Duração da reunião, é relativo a cada família, no entanto é recomendado o período de 30 minutos a uma hora, no máximo.
Evangelho no Lar
O Culto do Evangelho no lar não é uma
inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance
raízes de aperfeiçoamento e sublimação.
A Boa-Nova seguiu da manjedoura para as
praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a
glorificação no Pentecostes.
A palavra do Senhor soou, primeiramente,
sob o teto simples de Nazaré e, antes de tudo, no círculo dos nossos
familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender as obrigações que
nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibra
entre quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios
tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio encontra compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E aí, dentro desse paraíso que alguns já
estão edificando, a benefícios deles e dos outros, o estímulo é um
cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível
de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o
sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz,
vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica
do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão
Divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento
amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em
todas as circunstâncias.
Não olvidemos, assim, os impositivos da
aplicação com Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo da
paciência, compreensão, fraternidade, fé e bom ânimo, sob o reinado
legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro
Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o
quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo
com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma
revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem
necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na
pregação.
Emmanuel (Francisco Cândido Xavier, extraída no livro “Luz no Lar”).
quarta-feira, 26 de junho de 2013
LIVRO DIRETRIZES DE SEGURANÇA ( Divaldo Pereira Franco e José Raul Teixeira )
97. Na terapia da desobsessão, é bom que o obsidiado frequente trabalhos mediúnicos?
DIVALDO
- O ideal será que ele não participe dos trabalhos mediúnicos. Se estiver no estado em que registra as idéias sadias e as
perturbadoras, o trabalho mediúnico pode ser-lhe seriamente pernicioso. Porque,
se o obsessor incorporar, poderá ameaçá-la diretamente, criando nele
condicionamento que depois vai explorar de Espírito a Espírito. Como a necessidade
não é do corpo físico do enfermo, ele
pode estar em qualquer lugar e os Mentores trarão as Entidades perturbadoras.
Ao
que ele não deve faltar, sim, é às
sessões de esclarecimento doutrinário, para que aprenda a libertar-se das
agressões dos Espíritos maus e, ao mesmo tempo, crie condições para agir com
equilíbrio por si mesmo.
LIVRO DIRETRIZES DE SEGURANÇA ( Divaldo Pereira Franco e José Raul Teixeira )
45. Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser
encaminhada, sem risco, para uma reunião mediúnica?
DIVALDO
- A colocação já demonstra que a pessoa tendo problemas deve primeiro
equacioná-los, para depois estudar e aprimorar a faculdade que gera aqueles problemas. Como na mediunidade, os
problemas são do Espírito e não da faculdade mediúnica, é necessário que
primeiro se moralize o médium.
Abandonando
as paixões, mudando a direção mental, criando hábitos salutares para sua
vivência, reflexionando no Evangelho de Jesus, aprendendo a orar, ele equaciona,
na base, os problemas que inquietam o efeito, que é a faculdade mediúnica.
Somente após o quê, é-lhe lícito educar a mediunidade.
No
capítulo I de O
Livro dos Médiuns o Codificador examina o assunto, na epígrafe: Há
Espíritos? Explica Allan Kardec que ninguém deve levar a uma sala de
química, por exemplo, alguém que não entenda das fórmulas
e das composições químicas. Explico-me: um leigo chega numa sala e vê vários
vidros, com água branca e uma anotação que lhe
parece cabalística: HN03+ 3HCI (* Água
Régia, substância altamente corrosiva). Para ele a anotação não diz nada.
Mas, se misturar aqueles líquidos corre perigo. Assim também é necessário
primeiro que o indivíduo conheça no laboratório
do mundo invisível as soluções que vai manipular, para depois partir
para as experiências.
E
de bom alvitre, portanto, que alguém, que tenha problemas de mediunidade, seja encaminhado às sessões
doutrinárias de estudos, para primeiro evangelizar-se, conhecendo a
Doutrina a fim de que, mais tarde, canalize as suas forças mediúnicas num bom
direcionamento.
Há
uma praxe entre as pessoas pouco esclarecidas a respeito da Codificação
Espírita, que induz se leve o indivíduo a uma sala mediúnica para poder equacionar problemas, como quem tira uma coisa incômoda de
cima da pessoa.
O
problema de que a criatura se vê objeto pode ser o chamamento para mudança de rota moral. A mediunidade que
aturde é um apelo para retificação das
falhas. E é necessário ir-se às bases
para modificar aqueles efeitos perniciosos.
Daí,
diante de uma pessoa com problemas mediúnicos, a primeira atitude nossa será encaminhar o necessitado à aprendizagem da
Doutrina Espírita, que é a
terapêutica para seus problemas. A mediunidade será educada a posteriori como instrumento de exercício para o
bem, mediante o qual granjeará títulos para curar o mal de que se é portador.
LIVRO DIRETRIZES DE SEGURANÇA ( Divaldo Pereira Franco e José Raul Teixeira )
42. As reuniões
mediúnicas devem ser públicas? Por que?
DIVALDO
- o Codificador recomenda pequenos grupos, graças às dificuldades que há nos grandes grupos, de sintonia vibratória e harmonia de
pensamento.
Uma
reunião mediúnica de caráter público é um risco desnecessário, porque vêm pessoas portadoras de sentimentos os mais diversos,
que irão perturbar, invariavelmente, a operação da mediunidade. Afirmam os
Benfeitores que uma reunião mediúnica é um grave labor, que se desenvolve no
campo perispirítico, e se a equipe não tem um conhecimento especializado
é compreensível que muitos problemas sucedam por negligência da mesma. A
reunião mediúnica não deve ser de caráter público, porque teria feição
especulativa, exibicionista, destituída de finalidade superior, atitudes
tais que vão de encontro negativamente aos postulados morais da Doutrina.
Mesmo
nas reuniões mediúnicas privativas deve-se manter um número ideal de membros, não excedente a 20 pessoas, para que se evitem
essas perturbações naturais nos grupamentos massivos.
Onde
haja um grupo mediúnico com grande número, que seja dividido em dois trabalhos separados (porque, em Movimento Espírita, na ordem
do bem, dividir é multiplicar o benefício daqueles que se repartem). Igualmente
é necessário que as pessoas sejam afins entre si no grupo. Por motivos óbvios,
se estamos numa reunião mediúnica e não somos simpáticos a um indivíduo, toda a
comunicação que por ele venha, os nossos recalques e conflitos põem-nos
carapuças, acreditando serem indiretas a nós dirigidas. Se, por acaso outrem
não nos é simpático, quando ele entra em transe ficamos bombardeando-o:
Imagine
o fingido; vê se eu vou acreditar nele! Formamos, assim, uma antena emissora
de dificuldades para o companheiro que está sendo agredido pela nossa mente,
porque desde que o indivíduo é médium, ele não o é exclusivamente dos Espíritos
desencarnados, mas também dos encarnados.
O
êxito de uma reunião mediúnica depende da equipe que ali comparece e não apenas
do médium.
Os
Mentores programam, mas aquela equipe em funcionamento responderá pelos
resultados.
Nunca
é demais recomendar que as sessões mediúnicas sejam de caráter privado.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Acalma meu passo, Senhor
Em meio às confusões do dia,
dê-me a tranquilidade das montanhas.
Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranquilizante
dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.
Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.
Ensina-me a arte de tirar pequenas férias,
reduzir meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar
uma criança, ler um poema, ouvir minha música preferida.
Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do
incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou
desalentos, a Tua presença constante no meu coração.
Acalme meu
passo, Senhor, para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir
para o meu próximo e calar-me para escutar Tua voz.
Acalme meu
passo, Senhor, e inspire-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores
duradouros da vida, para que eu possa crescer até as estrelas do meu
destino maior.
Obrigada, Senhor, pelo dia de hoje, pela família
que me destes, pelo meu trabalho, pelos meus amigos e, sobretudo, pela
Tua presença em minha vida.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Quais são as Obras de Allan Kardec?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS: O livro básico da Doutrina Espírita. Contém os princípios do Espiritismo sobre a imortalidade da alma, a natureza dos espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida futura e o porvir da humanidade.
O LIVRO DOS MÉDIUNS: Reúne as explicações sobre todos os gêneros de manifestações mediúnicas, os meios de comunicação e relação com os espíritos, a educação da mediunidade e as dificuldades que eventualmente possam surgir na sua prática.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO: É o livro dedicado à explicação das máximas de Jesus, de acordo com o Espiritismo e sua aplicação às diversas situações da vida.
O CÉU E O INFERNO ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo: Oferece o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual. Coloca ao alcance de todos o conhecimento do mecanismo pelo qual se processa a Justiça Divina.
A GÊNESE: Destacam-se os temas: Existência de Deus, origem do bem e do mal, explicações sobre as leis naturais, a criação e a vida no Universo, a formação da Terra, a formação primária dos seres vivos, o homem corpóreo e a união do princípio espiritual à matéria.
O que é Espiritismo, e quais são seus fundamentos?
O Espiritismo é a doutrina revelada pelos Espíritos Superiores, através de médiuns, e organizada (codificada), no século XIX, por um educador francês, conhecido por Allan Kardec.
O Espiritismo é, ao mesmo tempo filosofia, ciência e religião.
Filosofia, porque dá uma interpretação da vida, respondendo questões como “de onde eu vim”, “o que faço no mundo”,“para onde irei depois da morte”. Toda doutrina que dá uma interpretação da vida, uma concepção própria do mundo, é uma filosofia.
Ciência, porque estuda, à luz da razão e dentro de critérios científicos, os fenômenos mediúnicos, isto é, fenômenos provocados pelos espíritos e que não passam de fatos naturais. Todos os fenômenos, mesmo os mais estranhos, têm explicação científica. Não existe o sobrenatural no Espiritismo.
Religião, porque tem por objetivo a transformação moral do homem, revivendo os ensinamentos de Jesus Cristo, na sua verdadeira expressão de simplicidade, pureza e amor. Uma religião simples sem sacerdotes, cerimoniais e nem sacramentos de espécie alguma. Sem rituais, culto a imagens, velas, vestes especiais, nem manifestações exteriores.
Fundamentos
A existência de Deus que é o Criador, causa primária de todas as coisas. A Suprema Inteligência. É eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom.
A imortalidade da alma ou espírito. O espírito é o princípio inteligente do Universo, criado por Deus, para evoluir e realizar-se individualmente pelos seus próprios esforços. Como espíritos já existíamos antes do nascimento e continuaremos a existir depois da morte do corpo.
A reencarnação. Criado simples e sem nenhum conhecimento, o espírito é quem decide e cria o seu próprio destino. Para isso, ele é dotado de livre-arbítrio, ou seja, capacidade de escolher entre o bem e o mal. Tem a possibilidade de se desenvolver, evoluir, aperfeiçoar-se, de tornar-se cada vez melhor, mais perfeito, como um aluno na escola, passando de uma série para outra, através dos diversos cursos. Essa evolução requer aprendizado, e o espírito só pode alcançá-la encarnando no mundo e reencarnando, quantas vezes necessárias, para adquirir mais conhecimento, através das múltiplas experiências de vida. O progresso adquirido pelo espírito não é somente intelectual, mas, sobretudo, o progresso moral.
Não nos lembramos das existências passadas e nisso também se manifesta a sabedoria de Deus. Se lembrássemos do mal que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que nos prejudicaram ou daqueles a quem prejudicamos, não teríamos condições de viver entre eles atualmente. Pois, muitas vezes, os inimigos do passado hoje são nossos filhos, nossos irmãos, nossos pais, nossos amigos que, presentemente, se encontram junto de nós para a reconciliação. A reencarnação, desta forma, é a oportunidade de reparação, assim como é, também, oportunidade de devotarmos nossos esforços pelo bem dos outros, apressando nossa evolução espiritual. Pelo mecanismo da reencarnação vemos que Deus não castiga. Somos nós os causadores dos próprios sofrimentos, pela lei de “ação e reação”.
A comunicabilidade dos espíritos. Os espíritos são seres humanos desencarnados e continuam sendo como eram quando encarnados: bons ou maus, sérios ou brincalhões, trabalhadores ou preguiçosos, cultos ou medíocres, verdadeiros ou mentirosos. Eles estão por toda parte. Não estão ociosos. Pelo contrário, eles têm as suas ocupações. Através dos denominados médiuns, o espírito pode se comunicar conosco, se puder e se quiser.
A pluralidade dos mundos habitados. Os diferentes mundos, disseminados pelo espaço infinito, constituem as inúmeras moradas aos Espíritos que neles encarnam. As condições desses mundos diferem quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridades dos seus habitantes.
Espero tê-los ajudado um pouco! Paz e Luz.
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