Venho, Pai, me reverenciar diante da luz que me abraça.
Venho, Mestre, me colocar a disposição de amor e de paz para que minhas horas de percurso diário possam me abastecer e eu possa me dilatar em Tua direção.
Venho, no íntimo de mim mesmo, pedir-te a proteção e o esclarecimento em tarefas que me permitam dilatar a minha esperança na reconstrução de minha alma e na do mundo que me acolhe.
Venho, Pai, agradecer pelo alimento deste dia, pela paz da minha alma, pelos indultos que me concedes.
Permita, Pai, que eu possa realizar as tarefas pretendidas e que dentro das minhas possibilidades esteja o meu crescimento como criatura infinita.
Ampara-me, Pai, em minhas dificuldades.
Lança-me a âncora da esperança para que eu possa querer continuar e buscar o meu fortalecimento íntimo na luta presente.
Que este dia possa revelar a mim em determinação de Sua excelsa vontade.
Que eu possa ser o amigo, o irmão e levar a paz, a compreensão e a esperança aos sofredores e aqueles que Te esqueceram.
Que meus passos me conduzam a plena complementação de minha alma.
Que eu consiga me fazer humilde e caridoso diante de mim mesmo e das almas que me envolvem.
Que acima de tudo, Pai, que eu possa ser sempre um filho Teu e Te buscar naqueles que colocastes à prova.
Que a luta diária seja o meu alimento espiritual trazendo-me a freqüências ideais de ser eterno.
Ajuda-me a vencer a mim mesmo, a atenuar a minha culpa, a acolher a todos com amor, a empreender mais esta caminhada entendendo que tudo
que me abastece é por Ti tocado e que dentro de mim possa se consubstanciar a união pretendida.
Ampara-me, Pai, e que eu chegue a noite e possa novamente ter este diálogo amigo e confortador.
Que meus passos cumpram, exatamente o percurso pedido por mim e em cada momento de minha caminhada eu jamais me esqueça que estás a me amparar e proteger.
Autor: Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
sábado, 27 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Mensagem do dia
PARA O DIA NASCER FELIZ
Todo amanhecer tem um significado especial na glória da Criação.
Superada a sombra da noite que convida ao estabelecimento de planos em favor da construção do bem e da plenitude, o nascer do dia representa a oportunidade de torná-los reais, retirando-os da mente para a sua concretização no mundo das formas.
A fim de que se torne cada dia nascer feliz, é indispensável que a criatura elabore programas de edificação interior, liberando-se das algemas que a retém na retaguarda das aflições e dos receios, facultando-se conquistar valores indestrutíveis, espirituais, que os ladrões não roubam, a traça não come, nem a ferrugem corrói, conforme acentuou Jesus.
A existência física é dádiva do amor de Deus para o desenvolvimento intelecto-moral do espirito no seu processo de evolução.
Aproveitar cada momento, assinalando-o com realizações abençoadas, é o impositivo que não deve ser postergado.
A felicidade existe, e é possível cosnsegui-la, bastando somente não ambicionar além da capacidade de vivenciá-la, cada qual contentando-se com as maravilhosas concessões divinas de que se torna possuidor, e avançar semeando amor pelo caminho.
Joanna de Ângelis
PARA O DIA NASCER FELIZ
Todo amanhecer tem um significado especial na glória da Criação.
Superada a sombra da noite que convida ao estabelecimento de planos em favor da construção do bem e da plenitude, o nascer do dia representa a oportunidade de torná-los reais, retirando-os da mente para a sua concretização no mundo das formas.
A fim de que se torne cada dia nascer feliz, é indispensável que a criatura elabore programas de edificação interior, liberando-se das algemas que a retém na retaguarda das aflições e dos receios, facultando-se conquistar valores indestrutíveis, espirituais, que os ladrões não roubam, a traça não come, nem a ferrugem corrói, conforme acentuou Jesus.
A existência física é dádiva do amor de Deus para o desenvolvimento intelecto-moral do espirito no seu processo de evolução.
Aproveitar cada momento, assinalando-o com realizações abençoadas, é o impositivo que não deve ser postergado.
A felicidade existe, e é possível cosnsegui-la, bastando somente não ambicionar além da capacidade de vivenciá-la, cada qual contentando-se com as maravilhosas concessões divinas de que se torna possuidor, e avançar semeando amor pelo caminho.
Todo amanhecer tem um significado especial na glória da Criação.
Superada a sombra da noite que convida ao estabelecimento de planos em favor da construção do bem e da plenitude, o nascer do dia representa a oportunidade de torná-los reais, retirando-os da mente para a sua concretização no mundo das formas.
A fim de que se torne cada dia nascer feliz, é indispensável que a criatura elabore programas de edificação interior, liberando-se das algemas que a retém na retaguarda das aflições e dos receios, facultando-se conquistar valores indestrutíveis, espirituais, que os ladrões não roubam, a traça não come, nem a ferrugem corrói, conforme acentuou Jesus.
A existência física é dádiva do amor de Deus para o desenvolvimento intelecto-moral do espirito no seu processo de evolução.
Aproveitar cada momento, assinalando-o com realizações abençoadas, é o impositivo que não deve ser postergado.
A felicidade existe, e é possível cosnsegui-la, bastando somente não ambicionar além da capacidade de vivenciá-la, cada qual contentando-se com as maravilhosas concessões divinas de que se torna possuidor, e avançar semeando amor pelo caminho.
Joanna de Ângelis
Espiritismo sobre: Homossexualidade
Hoje resolvi abordar um assunto que está em ''alta'': a homossexualidade!
E quero mostrar um pouco a vocês, sobre a visão do Espiritismo neste tema.
E disse Chico Xavier:
CHICO XAVIER – O problema da homossexualidade sempre existiu em todas as nações, no entanto, com a extensão demográfica no Planeta, o assunto adquiriu características de grande intensidade, ou de mais intensidade, porque, nos últimos 50 anos, a ciência psicológica tem-se preocupado detidamente e com razão, no que se refere aos ingredientes mais íntimos de nossa natureza pessoal. Estamos efetuando a descoberta de nós mesmos, para além dos padrões psicológicos conhecidos ou milimetrados pelos conhecimentos que possuímos, dentro dos preceitos e preconceitos respeitáveis, que nos regem o comportamento social e humano. No caso, é justo observar que os impositivos da disciplina e da educação devem oferecer-nos barreiras construtivas para que o abuso não destrua quaisquer benefícios estabelecidos em leis. Cremos que tendências à homossexualidade surgem na criatura, após muitas existências dessa mesma criatura, nas condições de feminilidade ou vice-versa. Pensamos assim, na base da reencarnação, porquanto, além dos sinais morfológicos, a individualidade é a própria individualidade em si, com todas as suas existências anteriores. Em vista disso, a homossexualidade pode ser examinada hoje proporcionando ao homem vasto campo de estudos, quanto à natureza bissexual do Espírito. O tema é, porém, objeto para simpósios de cientistas, e instrutores da Humanidade, até que possamos encontrar a fórmula exata para decidir do ponto de vista legal, quanto ao destino dos nossos companheiros num sexo ou noutro, que trazem a inversão por clima de trabalho a ser laboriosamente valorizado pela pessoa que se faz portadora de semelhante prova ou de semelhante condição para determinadas tarefas. Sabemos que grandes civilizações, como por exemplo, a civilização greco-romana, depois de alcançarem avanço espetacular no campo da inteligência, ao perquirirem a natureza complexa do homem, encontraram problemas de sexo muito profundos, que os legisladores de então não quiseram ou não puderam reconhecer. Esses problemas, no entanto, explodindo sem a cobertura de preceitos legais, em plenitude de intemperança nas manifestações afetivas cooperaram na decadência de ambas as civilizações grega e romana, que se perderam no tempo, sob o ponto de vista de respeitabilidade e domínio. Esperemos que os Mensageiros da Vida Maior inspirem os nossos dignos representantes da Ciência e da Justiça na Terra para que a solução do problema apareça oportunamente favorecendo a paz e a concórdia nos vários campos de evolução da Humanidade. As múltiplas experiências humanas pela reencarnação e os repetidos contatos com ambos os sexos proporcionam ao espírito as tendências sexuais na feminilidade ou masculinidade e este reencarna com ambas as polaridades e se junge muitas vezes contrariado, aos impositivos da anatomia genital e da educação sexual que acolhe em seu ambiente cultural. Consoante essas experiências tenderá para qualquer das duas opções e o fará nem sempre de acordo com sua aspiração interior, que poderá ser inverso ao que determina o meio sociocultural. Emmanuel ensina na obra “Vida e Sexo” que o “Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.” ([1]) Além disso, há vários fatores educacionais que poderiam contribuir para despertar no indivíduo as tendências sepultadas nas profundezas de seu inconsciente espiritual. E, ainda que desempenhe papéis de acordo com a sua anatomia genital e que seu psiquismo se constitua de acordo com sua opção sexual, poderá ocorrer que se desperte com desejos de ter experiências afetivas com pessoas do mesmo sexo. Tal ocorrência poderá lhe tumultuar a consciência caracterizando, por aquele motivo, um transtorno psíquico-emocional. A convivência do espírito com o sexo oposto ao que adotou em cada encarnação, bem como aquelas na qual exerceu sua opção sexual, irão plasmar em seu psiquismo as tendências típicas de cada polaridade. Explica Emmanuel, a homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação. ”([2]) Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos: "Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?" "Isso pouco lhe importa” responderam os Benfeitores, “o que o guia na escolha são as provas por que haja de passar"([3]) esclareceram os Espíritos. A genética tem tentado encontrar genes que explicariam a homossexualidade como sendo desvio de comportamento sexual. A psiquiatria tenta encontrar enzimas cerebrais que poderiam influenciar no comportamento sexual. Mas a sede real do sexo não se acha no veículo físico, porém na estrutura complexa do espírito. É por esse prisma que devemos encarar as questões relacionadas ao sexo. Dia virá que “a coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos”.[4] Não podemos confundir homossexualismo com desvio de caráter, até porque os deslizes sexuais de qualquer tendência têm procedências diversas. Suas raízes genésicas podem vir de profundidades íntimas insondáveis. “A própria filogênese ([5]) do sexo, que começa aparentemente no reino mineral, passando pelo vegetal e ao animal, para depois chegar ao homem, apresenta enorme variação de formas, inclusive a autogênese [geração espontânea] dos vírus e das células e a bissexualidade dos hermafroditas”([6]), para alguns pesquisadores justifica o aparecimento de desvios sexuais congênitos. Com a liberação sexual e a ascensão do feminino na sociedade contemporânea, a tolerância ao homossexualismo aumentou, permitindo que uma grande quantidade de pessoas que viviam no anonimato se expressasse naturalmente. Chico Xavier explica de forma clara o seguinte, “não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompreensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais as tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impedirá certo número de pessoas de trabalhar e de serem úteis a vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço características psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...)Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?”([7]) A Doutrina Espírita é libertadora por excelência. Ela não tem o caráter tacanho de impor seus postulados às criaturas, tornando-as infelizes e deprimidas. A energia sexual pede equilíbrio no uso e não abuso ou repressão. O Espiritismo não condena a homossexualidade, contrariamente, recomenda-nos o respeito e fraterna compreensão para com os que têm preferências homo afetivas. Muitas vezes pode até ser alguém tangido pelo apelo permissivo que explode das águas tóxicas do exacerbado erotismo, somados aos diversos incentivadores pseudocientíficos da depravação, que podem estar desestruturando seu sincero projeto de edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada.([8]) Por isso mesmo, não pode ser discriminado, nem rejeitado, pois, como admoesta Jesus, "aquele dentre vós que não tiver pecados, que atire a primeira pedra"([9])... Como já vimos com Emmanuel no início desta exposição, não há masculinidade plena, nem plena feminilidade na Terra. Tanto a mulher tem algo de viril, quanto o homem de feminil. Antigamente a educação muito rígida e repressiva contribuía para enquadrar o indivíduo ambisséxual, em seu sexo natural. Assumir a homossexualidade não significa mergulhar em um universo de atitudes extremadas e desafiadoras perante seu grupo de relacionamento familiar ou profissional, “mas fazer um profundo exercício de auto aceitação, asserenar-se por dentro a fim de poder reconhecer perante si mesmo e todo seu círculo de amigos e parentes que vive uma situação conflitante. O verdadeiro desafio é a construção interna para superar os desejos. E não estamos aqui referindo-nos exclusivamente a desejo sexual e sim a toda espécie de desejos que comandam a vida das criaturas.” ([10]) Emmanuel enfatiza que “O mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie [homossexual], somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade devidos às criaturas heterossexuais.”([11]) O homossexualismo não deve, pois, ser classificado como uma psicopatia ou comportamento merecedor de discriminação ou medidas repressivas. O homossexual, especialmente o "transexual", merece toda a nossa compreensão e ajuda, para que ele possa vencer sua luta de adaptação ao novo sexo adquirido com o renascimento. Outra questão extremamente controvertida, para muitos cristãos, é a possibilidade da união estável (casamento) entre duas pessoas do mesmo sexo. Ante a miopia preconceituosa do falso purismo religioso da esmagadora maioria de cristãos supostamente “puros”, isso é uma blasfêmia. Isto torna o tema bastante complexo e, portanto, aberto para discussões. Porém, após refletir bastante sobre o assunto e, sobretudo, tendo como alicerce as opiniões de Chico Xavier, entendemos que a união estável (casamento) entre homossexuais é perfeitamente normal, sim. Só conseguiremos entender melhor a questão homossexual depois que estivermos livres dos (pré)conceitos que nos acompanham há muitos milênios. Arriscaríamos a afirmar, que a legalização do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, é um avanço da sociedade, que estará apenas regulamentando o que de fato já existe. Seria lícito a duas pessoas do mesmo sexo viver sob o mesmo teto, como marido e mulher? A propósito, vasculhando fontes sobre esta mesma indagação encontramos em Folha Espírita a resposta de Emmanuel “A esta indagação o Codificador da Doutrina Espírita formulou a Questão 695, em O Livro dos Espíritos, com as seguintes palavras: ‘O casamento, quer dizer, a união permanente de dois seres, é contrário a lei natural?’ Os orientadores dos fundamentos da Doutrina Espírita responderam com a seguinte afirmação: ‘É um progresso na marcha da humanidade.’ Os amigos encarnados no plano físico com a tarefa de sustentar e zelar pelo Cristianismo Redivivo, na Doutrina Espírita, estão aptos ao estudo e conclusão do texto em exame.”([12]) (grifamos) Tanto os homossexuais como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. O que é ilícito ao hetero, também o é ao homossexual, ambos precisam “distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-las contra os desvios suscetíveis de corrompê-las. O sexo é uma fonte de bênçãos renovadoras do corpo e da alma”([13]) Mister, portanto, reconhecer que ao serem identificadas os pendores homossexuais das pessoas nessa dimensão de prova ou de expiação, é imperioso se lhes oferte o amparo educativo pertinente, nas mesmas condições que se administra instrução à maioria heterossexual da sociedade. Acreditamos, por fim, que estas ideias poderão levar, a quantos as lerem, a meditar, em definitivo, sobre o assunto , lembrando que o homossexualismo transcende em si mesmo a simples questão da permuta sexual.
E quero mostrar um pouco a vocês, sobre a visão do Espiritismo neste tema.
E disse Chico Xavier:
CHICO XAVIER – O problema da homossexualidade sempre existiu em todas as nações, no entanto, com a extensão demográfica no Planeta, o assunto adquiriu características de grande intensidade, ou de mais intensidade, porque, nos últimos 50 anos, a ciência psicológica tem-se preocupado detidamente e com razão, no que se refere aos ingredientes mais íntimos de nossa natureza pessoal. Estamos efetuando a descoberta de nós mesmos, para além dos padrões psicológicos conhecidos ou milimetrados pelos conhecimentos que possuímos, dentro dos preceitos e preconceitos respeitáveis, que nos regem o comportamento social e humano. No caso, é justo observar que os impositivos da disciplina e da educação devem oferecer-nos barreiras construtivas para que o abuso não destrua quaisquer benefícios estabelecidos em leis. Cremos que tendências à homossexualidade surgem na criatura, após muitas existências dessa mesma criatura, nas condições de feminilidade ou vice-versa. Pensamos assim, na base da reencarnação, porquanto, além dos sinais morfológicos, a individualidade é a própria individualidade em si, com todas as suas existências anteriores. Em vista disso, a homossexualidade pode ser examinada hoje proporcionando ao homem vasto campo de estudos, quanto à natureza bissexual do Espírito. O tema é, porém, objeto para simpósios de cientistas, e instrutores da Humanidade, até que possamos encontrar a fórmula exata para decidir do ponto de vista legal, quanto ao destino dos nossos companheiros num sexo ou noutro, que trazem a inversão por clima de trabalho a ser laboriosamente valorizado pela pessoa que se faz portadora de semelhante prova ou de semelhante condição para determinadas tarefas. Sabemos que grandes civilizações, como por exemplo, a civilização greco-romana, depois de alcançarem avanço espetacular no campo da inteligência, ao perquirirem a natureza complexa do homem, encontraram problemas de sexo muito profundos, que os legisladores de então não quiseram ou não puderam reconhecer. Esses problemas, no entanto, explodindo sem a cobertura de preceitos legais, em plenitude de intemperança nas manifestações afetivas cooperaram na decadência de ambas as civilizações grega e romana, que se perderam no tempo, sob o ponto de vista de respeitabilidade e domínio. Esperemos que os Mensageiros da Vida Maior inspirem os nossos dignos representantes da Ciência e da Justiça na Terra para que a solução do problema apareça oportunamente favorecendo a paz e a concórdia nos vários campos de evolução da Humanidade. As múltiplas experiências humanas pela reencarnação e os repetidos contatos com ambos os sexos proporcionam ao espírito as tendências sexuais na feminilidade ou masculinidade e este reencarna com ambas as polaridades e se junge muitas vezes contrariado, aos impositivos da anatomia genital e da educação sexual que acolhe em seu ambiente cultural. Consoante essas experiências tenderá para qualquer das duas opções e o fará nem sempre de acordo com sua aspiração interior, que poderá ser inverso ao que determina o meio sociocultural. Emmanuel ensina na obra “Vida e Sexo” que o “Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.” ([1]) Além disso, há vários fatores educacionais que poderiam contribuir para despertar no indivíduo as tendências sepultadas nas profundezas de seu inconsciente espiritual. E, ainda que desempenhe papéis de acordo com a sua anatomia genital e que seu psiquismo se constitua de acordo com sua opção sexual, poderá ocorrer que se desperte com desejos de ter experiências afetivas com pessoas do mesmo sexo. Tal ocorrência poderá lhe tumultuar a consciência caracterizando, por aquele motivo, um transtorno psíquico-emocional. A convivência do espírito com o sexo oposto ao que adotou em cada encarnação, bem como aquelas na qual exerceu sua opção sexual, irão plasmar em seu psiquismo as tendências típicas de cada polaridade. Explica Emmanuel, a homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação. ”([2]) Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos: "Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?" "Isso pouco lhe importa” responderam os Benfeitores, “o que o guia na escolha são as provas por que haja de passar"([3]) esclareceram os Espíritos. A genética tem tentado encontrar genes que explicariam a homossexualidade como sendo desvio de comportamento sexual. A psiquiatria tenta encontrar enzimas cerebrais que poderiam influenciar no comportamento sexual. Mas a sede real do sexo não se acha no veículo físico, porém na estrutura complexa do espírito. É por esse prisma que devemos encarar as questões relacionadas ao sexo. Dia virá que “a coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos”.[4] Não podemos confundir homossexualismo com desvio de caráter, até porque os deslizes sexuais de qualquer tendência têm procedências diversas. Suas raízes genésicas podem vir de profundidades íntimas insondáveis. “A própria filogênese ([5]) do sexo, que começa aparentemente no reino mineral, passando pelo vegetal e ao animal, para depois chegar ao homem, apresenta enorme variação de formas, inclusive a autogênese [geração espontânea] dos vírus e das células e a bissexualidade dos hermafroditas”([6]), para alguns pesquisadores justifica o aparecimento de desvios sexuais congênitos. Com a liberação sexual e a ascensão do feminino na sociedade contemporânea, a tolerância ao homossexualismo aumentou, permitindo que uma grande quantidade de pessoas que viviam no anonimato se expressasse naturalmente. Chico Xavier explica de forma clara o seguinte, “não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompreensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais as tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impedirá certo número de pessoas de trabalhar e de serem úteis a vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço características psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...)Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?”([7]) A Doutrina Espírita é libertadora por excelência. Ela não tem o caráter tacanho de impor seus postulados às criaturas, tornando-as infelizes e deprimidas. A energia sexual pede equilíbrio no uso e não abuso ou repressão. O Espiritismo não condena a homossexualidade, contrariamente, recomenda-nos o respeito e fraterna compreensão para com os que têm preferências homo afetivas. Muitas vezes pode até ser alguém tangido pelo apelo permissivo que explode das águas tóxicas do exacerbado erotismo, somados aos diversos incentivadores pseudocientíficos da depravação, que podem estar desestruturando seu sincero projeto de edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada.([8]) Por isso mesmo, não pode ser discriminado, nem rejeitado, pois, como admoesta Jesus, "aquele dentre vós que não tiver pecados, que atire a primeira pedra"([9])... Como já vimos com Emmanuel no início desta exposição, não há masculinidade plena, nem plena feminilidade na Terra. Tanto a mulher tem algo de viril, quanto o homem de feminil. Antigamente a educação muito rígida e repressiva contribuía para enquadrar o indivíduo ambisséxual, em seu sexo natural. Assumir a homossexualidade não significa mergulhar em um universo de atitudes extremadas e desafiadoras perante seu grupo de relacionamento familiar ou profissional, “mas fazer um profundo exercício de auto aceitação, asserenar-se por dentro a fim de poder reconhecer perante si mesmo e todo seu círculo de amigos e parentes que vive uma situação conflitante. O verdadeiro desafio é a construção interna para superar os desejos. E não estamos aqui referindo-nos exclusivamente a desejo sexual e sim a toda espécie de desejos que comandam a vida das criaturas.” ([10]) Emmanuel enfatiza que “O mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie [homossexual], somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade devidos às criaturas heterossexuais.”([11]) O homossexualismo não deve, pois, ser classificado como uma psicopatia ou comportamento merecedor de discriminação ou medidas repressivas. O homossexual, especialmente o "transexual", merece toda a nossa compreensão e ajuda, para que ele possa vencer sua luta de adaptação ao novo sexo adquirido com o renascimento. Outra questão extremamente controvertida, para muitos cristãos, é a possibilidade da união estável (casamento) entre duas pessoas do mesmo sexo. Ante a miopia preconceituosa do falso purismo religioso da esmagadora maioria de cristãos supostamente “puros”, isso é uma blasfêmia. Isto torna o tema bastante complexo e, portanto, aberto para discussões. Porém, após refletir bastante sobre o assunto e, sobretudo, tendo como alicerce as opiniões de Chico Xavier, entendemos que a união estável (casamento) entre homossexuais é perfeitamente normal, sim. Só conseguiremos entender melhor a questão homossexual depois que estivermos livres dos (pré)conceitos que nos acompanham há muitos milênios. Arriscaríamos a afirmar, que a legalização do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, é um avanço da sociedade, que estará apenas regulamentando o que de fato já existe. Seria lícito a duas pessoas do mesmo sexo viver sob o mesmo teto, como marido e mulher? A propósito, vasculhando fontes sobre esta mesma indagação encontramos em Folha Espírita a resposta de Emmanuel “A esta indagação o Codificador da Doutrina Espírita formulou a Questão 695, em O Livro dos Espíritos, com as seguintes palavras: ‘O casamento, quer dizer, a união permanente de dois seres, é contrário a lei natural?’ Os orientadores dos fundamentos da Doutrina Espírita responderam com a seguinte afirmação: ‘É um progresso na marcha da humanidade.’ Os amigos encarnados no plano físico com a tarefa de sustentar e zelar pelo Cristianismo Redivivo, na Doutrina Espírita, estão aptos ao estudo e conclusão do texto em exame.”([12]) (grifamos) Tanto os homossexuais como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. O que é ilícito ao hetero, também o é ao homossexual, ambos precisam “distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-las contra os desvios suscetíveis de corrompê-las. O sexo é uma fonte de bênçãos renovadoras do corpo e da alma”([13]) Mister, portanto, reconhecer que ao serem identificadas os pendores homossexuais das pessoas nessa dimensão de prova ou de expiação, é imperioso se lhes oferte o amparo educativo pertinente, nas mesmas condições que se administra instrução à maioria heterossexual da sociedade. Acreditamos, por fim, que estas ideias poderão levar, a quantos as lerem, a meditar, em definitivo, sobre o assunto , lembrando que o homossexualismo transcende em si mesmo a simples questão da permuta sexual.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Dica de Vídeo
Maravilhosa matéria, que aborda o tema da mediunidade e da vida após a morte.
Acabei de assistir, e me encantei!
quem puder, assista.
Acabei de assistir, e me encantei!
quem puder, assista.
Perguntas e Respostas
Quem escolhe a hora da morte?
O Espírito, enquanto está programando a reencarnação, talvez pressinta que terá uma vida mais ou menos longa, se morrerá velho ou jovem, de uma determinada doença ou acidente, etc. Porém, o momento certo em que isso acontecerá e deve acontecer, só DEUS sabe.
Mas muitas vezes o espírito antecede o momento certo da sua morte, através do suicídio. E não digo apenas do suicídio direto, onde o sujeito aponta uma arma para a própria cabeça e atira. Falo também do suicídio indireto, através do vício das drogas,bebidas,cigarro, que vão matando o sujeito aos pouquinhos... E numa existência que devia ter durado 80 anos, o sujeito encurtou para 40, devido à desobediência e imprudência dele... Ou seja, nós até podemos escolher a hora da nossa morte, mas automaticamente estaremos sendo desobedientes à DEUS.
O Espírito, enquanto está programando a reencarnação, talvez pressinta que terá uma vida mais ou menos longa, se morrerá velho ou jovem, de uma determinada doença ou acidente, etc. Porém, o momento certo em que isso acontecerá e deve acontecer, só DEUS sabe.
Mas muitas vezes o espírito antecede o momento certo da sua morte, através do suicídio. E não digo apenas do suicídio direto, onde o sujeito aponta uma arma para a própria cabeça e atira. Falo também do suicídio indireto, através do vício das drogas,bebidas,cigarro, que vão matando o sujeito aos pouquinhos... E numa existência que devia ter durado 80 anos, o sujeito encurtou para 40, devido à desobediência e imprudência dele... Ou seja, nós até podemos escolher a hora da nossa morte, mas automaticamente estaremos sendo desobedientes à DEUS.
Créditos ↓
Perguntas e Respostas
Quando uma criança desencarna ela sente medo e procura seus pais se esses ainda estiverem vivos?
Depende de muitas coisas.
Após o desencarne passamos por um perturbação, como que alguém que acorda de um longo e profundo sono em um lugar estranho.
Essa perturbação pode durar alguns minutos, ou muitos anos até....A natureza do espírito, o seu desprendimento da matéria é que vai determinar o tempo de despertar.
Alguns espiritos ainda permanecem criança, mantendo assim a forma do perispírito pelas impressões mentais que ainda mantém, pelo apego mais intenso a matéria. Podem, realmente, ter o impulso de procurá-los.
Outros já recobram a postura adulta ( ou real ), e não sofrem tanto.
Depende de muitas coisas.
Após o desencarne passamos por um perturbação, como que alguém que acorda de um longo e profundo sono em um lugar estranho.
Essa perturbação pode durar alguns minutos, ou muitos anos até....A natureza do espírito, o seu desprendimento da matéria é que vai determinar o tempo de despertar.
Alguns espiritos ainda permanecem criança, mantendo assim a forma do perispírito pelas impressões mentais que ainda mantém, pelo apego mais intenso a matéria. Podem, realmente, ter o impulso de procurá-los.
Outros já recobram a postura adulta ( ou real ), e não sofrem tanto.
Desculpas!
Pessoal.. sumi..
pois é, agora com minha irmãzinha fica mais complicado entrar aqui e postar as coisas pra vocês.
Tentarei retomar a rotina de postagens hoje, com certeza.
Obgda até agora pelo impressionante numero de visitantes. Um abraço, Paz e Luz!
pois é, agora com minha irmãzinha fica mais complicado entrar aqui e postar as coisas pra vocês.
Tentarei retomar a rotina de postagens hoje, com certeza.
Obgda até agora pelo impressionante numero de visitantes. Um abraço, Paz e Luz!
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Perguntas e Respostas
Situação do Espírito durante a gestação:
1) O que é o Espírito?
O Espírito é o ser inteligente da criação que habita o espaço. Quando encarnado, designamo-lo por alma.
2) Como funciona a reencarnação?
O Espírito, quando vai encarnar em um novo corpo, passa por uma perturbação. Na fase que antecede à nova existência, há os problemas com a escolha do corpo, as provas que lhe serão designadas, a família que vai lhe dar guarida. Registre-se, também, o medo de falhar em sua nova encarnação.
3) O que se entende por gestação?
Gestação é o desenvolvimento do embrião a partir da concepção até o parto (no ser humano, dura aproximadamente 9 meses). Fala-se, também, da materialização da vida no plano físico.
4) Em que momento a alma se une ao corpo?
A união começa na concepção, mas só se completa no nascimento. Durante a gestação, permanece ligado, mas não unido. (1, pergunta 344)
5) Como se processa a união do Espírito ao corpo físico?
No ato da concepção, o perispírito se contrai até a dimensão de uma molécula, que se liga ao PRINCÍPIO VITO-MATERIAL DO GÉRMEN. Desenvolve-se unindo molécula por molécula ao novo corpo em formação. O Espírito fica ligado, não unido ao corpo físico. Somente quando a criança vem à luz é que se une por completo, quando se dá o fenômeno do esquecimento do passado e a tomada da consciência da nova existência terrena. (2, cap. XI, item 18, p. 214)
6) A união entre o Espírito e o corpo é definitiva?
Sim. Uma vez indicado um corpo, outro Espírito não pode tomar aquele corpo. Se o Espírito destinado àquele corpo não quiser reencarnar, o laço fluídico pode romper-se. (1, pergunta 345)
7) No intervalo da concepção ao nascimento, o Espírito goza de todas as suas faculdades?
Sim e não. Depende da fase da gestação. Quanto mais perto estiver do nascimento, a perturbação aumenta, pois o processo de esquecimento do passado se intensifica. (1, pergunta 351)
8) Durante a gestação, há o auxílio dos protetores espirituais?
Sim. O Espírito André Luiz, nos capítulos 11 e 12, de Missionários da Luz, mostra-nos os meandros da reencarnação de Segismundo, um Espírito bastante endividado com relação às leis naturais. Raquel, sua futura mãe terrestre, toda noite, recebia os afetos dos mentores espirituais. "Rara a noite em que não vinham Espíritos, agradecidos a Segismundo, velar pela harmonia da sua nova reencarnação, prestando à casa, aos pais e a ele os mais variados auxílios”.
9) Qual é a relação entre mãe e o novo Espírito reencarnante?
Há uma troca incessante de impressões entre a mãe e filho que está sendo gerado. Quando o futuro filho é um Espírito inferior ele não traz sensações muito agradáveis. O Dr. Ricardo Di Bernardi diz-nos que a sintonia depauperada dos campos vibratórios pode gerar os enjoos e os desejos extravagantes da futura mãe. Pede, contudo, para não se generalizar, porque o sintoma pode ser meramente físico.
10) Qual o peso do ambiente doméstico para um boa gestação?
Um lar equilibrado fornece o ambiente propício para um reencarne tranquilo. Quando este é desarmonizado, tanto a mãe quanto o novo rebento sofrem, inclusive com a influência nefasta de Espíritos imperfeitos.
1) O que é o Espírito?
O Espírito é o ser inteligente da criação que habita o espaço. Quando encarnado, designamo-lo por alma.
2) Como funciona a reencarnação?
O Espírito, quando vai encarnar em um novo corpo, passa por uma perturbação. Na fase que antecede à nova existência, há os problemas com a escolha do corpo, as provas que lhe serão designadas, a família que vai lhe dar guarida. Registre-se, também, o medo de falhar em sua nova encarnação.
3) O que se entende por gestação?
Gestação é o desenvolvimento do embrião a partir da concepção até o parto (no ser humano, dura aproximadamente 9 meses). Fala-se, também, da materialização da vida no plano físico.
4) Em que momento a alma se une ao corpo?
A união começa na concepção, mas só se completa no nascimento. Durante a gestação, permanece ligado, mas não unido. (1, pergunta 344)
5) Como se processa a união do Espírito ao corpo físico?
No ato da concepção, o perispírito se contrai até a dimensão de uma molécula, que se liga ao PRINCÍPIO VITO-MATERIAL DO GÉRMEN. Desenvolve-se unindo molécula por molécula ao novo corpo em formação. O Espírito fica ligado, não unido ao corpo físico. Somente quando a criança vem à luz é que se une por completo, quando se dá o fenômeno do esquecimento do passado e a tomada da consciência da nova existência terrena. (2, cap. XI, item 18, p. 214)
6) A união entre o Espírito e o corpo é definitiva?
Sim. Uma vez indicado um corpo, outro Espírito não pode tomar aquele corpo. Se o Espírito destinado àquele corpo não quiser reencarnar, o laço fluídico pode romper-se. (1, pergunta 345)
7) No intervalo da concepção ao nascimento, o Espírito goza de todas as suas faculdades?
Sim e não. Depende da fase da gestação. Quanto mais perto estiver do nascimento, a perturbação aumenta, pois o processo de esquecimento do passado se intensifica. (1, pergunta 351)
8) Durante a gestação, há o auxílio dos protetores espirituais?
Sim. O Espírito André Luiz, nos capítulos 11 e 12, de Missionários da Luz, mostra-nos os meandros da reencarnação de Segismundo, um Espírito bastante endividado com relação às leis naturais. Raquel, sua futura mãe terrestre, toda noite, recebia os afetos dos mentores espirituais. "Rara a noite em que não vinham Espíritos, agradecidos a Segismundo, velar pela harmonia da sua nova reencarnação, prestando à casa, aos pais e a ele os mais variados auxílios”.
9) Qual é a relação entre mãe e o novo Espírito reencarnante?
Há uma troca incessante de impressões entre a mãe e filho que está sendo gerado. Quando o futuro filho é um Espírito inferior ele não traz sensações muito agradáveis. O Dr. Ricardo Di Bernardi diz-nos que a sintonia depauperada dos campos vibratórios pode gerar os enjoos e os desejos extravagantes da futura mãe. Pede, contudo, para não se generalizar, porque o sintoma pode ser meramente físico.
10) Qual o peso do ambiente doméstico para um boa gestação?
Um lar equilibrado fornece o ambiente propício para um reencarne tranquilo. Quando este é desarmonizado, tanto a mãe quanto o novo rebento sofrem, inclusive com a influência nefasta de Espíritos imperfeitos.
domingo, 14 de julho de 2013
Acredite em Deus... Acredite em você
Deus nos deu de presente a vida e acredita
em nosso potencial, por isso mesmo, nos
concedeu também o livre-arbítrio, pois espera
que façamos nosso melhor.
Por quê será que, muitas vezes, não conseguimos
acreditar em nós mesmos?
Nosso imediatismo faz com que vejamos a vida por
um ângulo muito estreito.
Temos uma grande dificuldade em perceber a magnitude
da existência e nos perdemos em ilusões e sofrimento.
Quando nossos anseios não se concretizam vem o desânimo, a frustração, a descrença e tentamos achar um responsável...
Será que estamos direcionando nossas energias na direção correta?
Precisamos aprender a ouvir nosso chamado interior, aquela
centelha Divina que nos intui e faz nosso coração pulsar mais forte, na direção do nosso propósito de vida.
Pare por alguns instantes, concentre-se em sua respiração e irá sentir
toda a força que existe em você...acredite em Deus e acredite em você.
Bom dia!
em nosso potencial, por isso mesmo, nos
concedeu também o livre-arbítrio, pois espera
que façamos nosso melhor.
Por quê será que, muitas vezes, não conseguimos
acreditar em nós mesmos?
Nosso imediatismo faz com que vejamos a vida por
um ângulo muito estreito.
Temos uma grande dificuldade em perceber a magnitude
da existência e nos perdemos em ilusões e sofrimento.
Quando nossos anseios não se concretizam vem o desânimo, a frustração, a descrença e tentamos achar um responsável...
Será que estamos direcionando nossas energias na direção correta?
Precisamos aprender a ouvir nosso chamado interior, aquela
centelha Divina que nos intui e faz nosso coração pulsar mais forte, na direção do nosso propósito de vida.
Pare por alguns instantes, concentre-se em sua respiração e irá sentir
toda a força que existe em você...acredite em Deus e acredite em você.
Bom dia!
sábado, 13 de julho de 2013
Dica de livro
Olá pessoal!
vim trazer a dica de livro hoje, espero que apreciem!
Sinopse:
Apegado à vida na fazenda, o garoto não entende por que Felipe, seu irmão mais velho, quer abandonar o lugar e viver na cidade. Embora os irmãos mais novos o maltratem, Silas não reclama deles aos pais. No decorrer deste belíssimo romance, o leitor sentirá um carinho todo especial pelo menino e irá questionar: "Por que Deus permite que uma criatura tão boa como esta venha ao mundo nessa condição?". O castelo dos sonhos é uma leitura envolvente que, à luz do Espiritismo explica, entre outras questões, a razão das deficiências físicas e dos mecanismos de que se vale a divina.
vim trazer a dica de livro hoje, espero que apreciem!
Sinopse:
Apegado à vida na fazenda, o garoto não entende por que Felipe, seu irmão mais velho, quer abandonar o lugar e viver na cidade. Embora os irmãos mais novos o maltratem, Silas não reclama deles aos pais. No decorrer deste belíssimo romance, o leitor sentirá um carinho todo especial pelo menino e irá questionar: "Por que Deus permite que uma criatura tão boa como esta venha ao mundo nessa condição?". O castelo dos sonhos é uma leitura envolvente que, à luz do Espiritismo explica, entre outras questões, a razão das deficiências físicas e dos mecanismos de que se vale a divina.
A Lei do Amor
O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o amor é o requinte do sentimento. Não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior, que reúne e condensa em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei do amor substitui a personalidade pela fusão dos seres e extingue as misérias sociais. Feliz aquele que, sobrelevando-se à humanidade, ama com imenso amor os seus irmãos em sofrimento! Feliz aquele que ama, porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo! Seus pés são leves, e ele vive como transportado fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou essa palavra divina, — amor — fez estremecerem os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.
O Espiritismo, por sua vez, vem pronunciar a segunda palavra do alfabeto divino. Ficai atentos, porque essa palavra levanta a lápide dos túmulos vazios, e a reencarnação, vencendo a morte, revela ao homem deslumbrado o seu patrimônio intelectual. Mas já não é mais aos suplícios que ela conduz, e sim à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O sangue resgatou o Espírito, e o Espírito deve agora resgatar o homem da matéria.
Disse que o homem, no seu início, tem apenas instintos. Aquele, pois, em que os instintos dominam, está mais próximo do ponto de partida que do alvo. Para avançar em direção ao alvo, é necessário vencer os instintos a favor dos sentimentos, ou seja, aperfeiçoar a estes, sufocando os germes latentes da matéria. Os instintos são a germinação e os embriões dos sentimentos. Trazem consigo o progresso, como a bolota oculta o carvalho. Os seres menos adiantados são os que, libertando-se lentamente de sua crisálida, permanecem subjugados pelos instintos.
O Espírito deve ser cultivado como um campo. Toda a riqueza futura depende do trabalho atual. E mais que os bens terrenos, ele vos conduzirá à gloriosa elevação. Será então que, compreendendo a lei do amor, que une a todos os seres, nela buscareis os suaves prazeres da alma, que são o prelúdio das alegrias celestes
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Dica de livro
Oi pessoas.. dei uma sumidinha por motivos familiares, mas coisa boa, Graças a Deus..
E não podia deixar de vir trazer uma dica de livro, pra vocês hoje, né?!
Tomara que gostem! Sinopse:
Nesta grande obra, O amanhã a Deus pertence, psicografado sob a inspiração de Lucius e de espíritos diversos, Zíbia nos ensina mais uma grande lição onde Deus e o amor estão acima de tudo.
"O tempo certo é aquele em que as coisas acontecem e o amanhã a Deus pertence."
... e você o encontra aqui.. O Amanhã a Deus Pertence - Zíbia Gasparetto - Livros GrátisBoa noite irmãos.. Que Jesus os cubram de Luz,Amor e Paz! :*
E não podia deixar de vir trazer uma dica de livro, pra vocês hoje, né?!
Tomara que gostem! Sinopse:
Nesta grande obra, O amanhã a Deus pertence, psicografado sob a inspiração de Lucius e de espíritos diversos, Zíbia nos ensina mais uma grande lição onde Deus e o amor estão acima de tudo.
"O tempo certo é aquele em que as coisas acontecem e o amanhã a Deus pertence."
Mensagem do dia
''Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta.''
Chico Xavier
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Dica de livro
Olá pessoal..
Vim trazer uma dica de livro ótima hoje.
Que tal conhecerem um pouco a história de Pedro?!
Aposto que vão adorar. Aí vai a Sinopse:
Depois da morte do filho, Pedro perdeu a vontade de viver. Sua esposa apaixonou-se por outro homem. Sua filha, aos dezessete anos, está grávida. Arrasado, quer acabar com a vida. Determinado a morrer, resolve ajudar aqueles que estão em perigo, na esperança de encontrar a própria morte sem quebrar seu juramento... Estilo inconfundível, agradável e envolvente, o Espírito Antônio Carlos revela a surpreendente história de Pedro, seus momentos de dúvida, seus acertos e desacertos. Episódios temperados com bom humor e repletos de ensinamentos espirituais revelam que o céu pode esperar aqueles que fazem o bem na Terra, praticando o amor, a abnegação e a fraternidade.
Que os irmãos tenham um ótima noite, na companhia de seus Espíritos Guardiãos, e na Paz de nosso Mestre Jesus! Paz e Luz :*
Vim trazer uma dica de livro ótima hoje.
Que tal conhecerem um pouco a história de Pedro?!
Aposto que vão adorar. Aí vai a Sinopse:
Depois da morte do filho, Pedro perdeu a vontade de viver. Sua esposa apaixonou-se por outro homem. Sua filha, aos dezessete anos, está grávida. Arrasado, quer acabar com a vida. Determinado a morrer, resolve ajudar aqueles que estão em perigo, na esperança de encontrar a própria morte sem quebrar seu juramento... Estilo inconfundível, agradável e envolvente, o Espírito Antônio Carlos revela a surpreendente história de Pedro, seus momentos de dúvida, seus acertos e desacertos. Episódios temperados com bom humor e repletos de ensinamentos espirituais revelam que o céu pode esperar aqueles que fazem o bem na Terra, praticando o amor, a abnegação e a fraternidade.
Que os irmãos tenham um ótima noite, na companhia de seus Espíritos Guardiãos, e na Paz de nosso Mestre Jesus! Paz e Luz :*
terça-feira, 2 de julho de 2013
Dica de livro
Pessoal, todos os dias estarei postando aqui uma dica de Literatura Espírita, que tenho que certeza que vão amar, e acharão irresistível.
Porque, Fé Raciocinada?!
Em torno da fé existem inúmeras
afirmativas negando-lhe o caráter racional. Segundo alguns teólogos,
raciocina-se sobre a crença, mas não sobre a fé. A fé, segundo eles, é
uma virtude, um dom que transcende a própria razão.
Por colocarem-na como virtude ou dom
transcendental, pertencente exclusivamente à área do sentimento, é que
muitas pessoas confundem emoção com fé. Por isso, é comum pessoas
dizerem ter sentido uma fé imensa, capaz de levá-las a grandes
realizações, no momento em que ouviam o relato de passagens do
Evangelho, ou de ações levadas a efeito por benfeitores da Humanidade,
ou até mesmo em decorrência da simples leitura de uma página edificante.
A emoção, a vibração espiritual que os atos nobres suscitam nas almas
já portadoras de alguma sensibilidade não pode ser confundida com fé. O
estado emocional é transitório, enquanto a fé é permanente. A emoção, se
analisada e orientada pela inteligência, pode ser auxiliar valiosa para
levar a criatura a modificar-se para melhor. Entretanto, se não for
esclarecida pela razão pode conduzir ao fanatismo, à chamada fé cega,
que é a negação da própria fé.
O mundo está cheio de exemplos
tristes dos frutos do fanatismo religioso. Em nome da fé, quantas
perseguições, quantas mortes e até guerras? Ainda nos dias atuais,
principalmente na semana santa, existem pessoas que vertem seu próprio
sangue, ferindo seus corpos, ou se entregam a privações terríveis no
intuito de mostrar sua fé em Deus. Se raciocinassem, veriam que Deus,
como Pai amoroso, bom e misericordioso, nunca poderia ser homenageado
com o derramamento do sangue dos Seus filhos. Essa concepção de um deus
sanguinário, combateu-a o Profeta Elias, séculos antes de Jesus, quando
enfrentou os sacerdotes adoradores do deus Baal. (I Reis, 18: 22 a 40).
Aprende-se no Espiritismo que, na
sua caminhada evolutiva, o Espírito vai conhecendo as leis de Deus, vai
percebendo-lhes a perfeição e, quanto mais as conhece, mais se
identifica com elas, mais confia na justiça e no amor do Criador, mais
se conscientiza da Sua perfeição, mais tem fé. Essa a fé que nasce do
entendimento. Inabalável, indestrutível.
Emmanuel ensina: “Ter fé é guardar
no coração a luminosa certeza em Deus, certeza que ultrapassou o âmbito
da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante
de realização divina da personalidade. Conseguir a fé é alcançar a
possibilidade de não mais dizer eu creio, mas afirmar eu sei, com todos
os valores da razão, tocados pela luz do sentimento.”
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